Arte educação

"Espero que este blog contribua para a elaboração de trabalhos com arte, sejam bem vindos"

domingo, 30 de maio de 2010

Pierre Verger

Check out this SlideShare Presentation:

PROJETO – PIERRE VERGER – CANDOMBLÉ

INICIO – o professor(a) discutirá com seus alunos a importância do candomblé para os povos afrobrasileiros e africanos. Seu modo de apresentação, como: dança, instrumentos, orixás e suas características.
- mostrar fotos de Pierre Verger, falar sobre sua vida e obra.
- Discutir com alunos sobre a fotografia como objeto de arte, documento histórico...
- mostrar vídeos de Antonio Nóbrega, Danças Brasileiras do candomblé.

MATERIAIS –
- celular com câmera, ou câmera fotográfica
- fotos de Pierre Verger – Xerox
- lápis de cor, giz de cera, hidrocor, lápis 6B
- massinha de modelar

OFICINA 1 - Propor para os que façam esculturas em massinha de modelar de figuras das fotos de Pierre Verger.
OFICINA 2 – Pedir para os alunos organizarem as figuras em várias cenas e fotografar.
OFICINA 3 – Passar as fotos para o computador e imprimir colorida, sépia, preto e branco.
OFICINA 4 - as mesmas cenas montadas podem ser desenhadas pelos alunos, pintadas com lápis de cor, giz de cera, hidrocor e mesmo lápis 6B.
Obs - Montar exposição de todos os trabalhos.


Biografia
Pierre Verger nasceu em Paris, no dia quatro de novembro de 1902. O ano de 1932 foi decisivo em sua vida: aprendeu um ofício - a fotografia - e descobriu uma paixão - as viagens. Após aprender as técnicas básicas com o amigo Pierre Boucher, conseguiu a sua primeira Rolleiflex e, com o falecimento de sua mãe, veio a coragem para se tornar um viajante solitário.
De dezembro de 1932 até agosto de 1946, foram quase 14 anos consecutivos de viagens ao redor do mundo, sobrevivendo exclusivamente da fotografia. Verger negociava suas fotos com jornais, agências e centros de pesquisa.
As coisas começaram a mudar no dia em que Verger desembarcou na Bahia. Em 1946, enquanto a Europa vivia o pós-guerra, em Salvador. Foi logo seduzido pela hospitalidade e riqueza cultural que encontrou na cidade e acabou ficando. Como fazia em todos os lugares onde esteve, preferia a companhia do povo, os lugares mais simples. Os negros monopolizavam a cidade e também a sua atenção. Além de personagens das suas fotos, tornaram-se seus amigos, cujas vidas Verger foi buscando conhecer com detalhe. Quando descobriu o candomblé, acreditou ter encontrado a fonte da vitalidade do povo baiano e se tornou um estudioso do culto aos orixás. Esse interesse pela religiosidade de origem africana lhe rendeu uma bolsa para estudar rituais na África, para onde partiu em 1948.

Foi na África que Verger viveu o seu renascimento, recebendo o nome de Fatumbi, "nascido de novo graças ao Ifá", em 1953. A intimidade com a religião, que tinha começado na Bahia, facilitou o seu contato com sacerdotes, autoridades e acabou sendo iniciado como babalaô - um adivinho através do jogo do Ifá, com acesso às tradições orais dos iorubás. Além da iniciação religiosa, Verger começou nessa mesma época um novo ofício, o de pesquisador. O Instituto Francês da África Negra (IFAN) não se contentou com os dois mil negativos apresentados como resultado da sua pesquisa fotográfica e solicitou que ele escrevesse sobre o que tinha visto. A contragosto, Verger obedeceu. Depois, acabou encantando-se com o universo da pesquisa e não parou nunca mais.
A história, costumes e, principalmente, a religião praticada pelos povos iorubás e seus descendentes, na África Ocidental e na Bahia, passaram a ser os temas centrais de suas pesquisas e sua obra. Ele passou a viver como um mensageiro entre esses dois lugares: transportando informações, mensagens, objetos e presentes. Como colaborador e pesquisador visitante de várias universidades, conseguiu ir transformando suas pesquisas em artigos, comunicações, livros. Em 1960, comprou a casa da Vila América. No final dos anos 70, ele parou de fotografar e fez suas últimas viagens de pesquisa à África.

Em seus últimos anos de vida, a grande preocupação de Verger passou a ser disponibilizar as suas pesquisas a um número maior de pessoas e garantir a sobrevivência do seu acervo. Na década de 80, a Editora Corrupio cuidou das primeiras publicações no Brasil. Em 1988, Verger criou a Fundação Pierre Verger (FPV), da qual era doador, mantenedor e presidente, assumindo assim a transformação da sua própria casa num centro de pesquisa. Em fevereiro de 1996, Verger faleceu, deixando à FPV a tarefa de prosseguir com o seu trabalho.


http://www.pierreverger.org

Volpi

Check out this SlideShare Presentation:

sábado, 29 de maio de 2010

PROJETO – FESTA JUNINA/COPA

INICIO – O professor(a) discutirá com seus alunos sobre os países participantes da copa do mundo na África do Sul.
- Curiosidades sobre A África do Sul; festas populares, danças típicas, cidades onde haverá os jogos, aspectos sociais.
- Fazer leituras de obras de Alfredo Volpi – Bandeirinhas

MATERIAIS –
Papéis diversos – color set colorido, cartão
EVA – opcional
TNT - opcional
OFICINA 1 – Sugerir para os alunos que desenhem fachadas de ruas africanas, e coloquem bandeirinhas de Volpi pintadas com bandeiras dos países participantes; por exemplo;


OFICINA 2 – fazer bandeirinhas de Volpi com bandeiras de países e montar painéis com TNT ou EVA. Ex;



OFICINA 3 – Fazer releitura de Volpi com bandeirinhas nas cores da bandeira da África do Sul.
Ex;



OFICINA 4- Fazer releitura de Volpi usando outras cores de bandeiras. Ex; cores da bandeira da França...


OFICINA 5 – Usar outras obras de Volpi para fazer releituras


OBS – TODAS AS IMAGENS UTILIZADAS NO TRABALHO E NA APRESENTAÇÃO EM POWERPOINT FORAM RETIRADAS DESTES SITES.
desenhocolorir.net
http://arte-com-quiane.blogspot.com
WWW.itaucultural.com.br
: www.pglingua.org
viagem.br.msn.com
sixckim.blogspot.com
wwwpt.wikipédia.org

segunda-feira, 24 de maio de 2010

PROJETO – BELEZA NEGRA/ ENSAIO FOTOGRÁFICO

INICIO - O professor(a) discutirá sobre os diferentes tipos de fotos (histórica, jornalística, sociais, culturais, policiais, cotidianas...) seu uso e sua origem, fotógrafos famosos, fotografias ao ar livre, em estúdio , tipos de câmeras, foto digital, álbuns virtuais...
- mostrar fotos de fotógrafos famosos
- mostrar fotos em preto e branco/ colorida/ sépia
- mostrar o documentário (citado abaixo)
1- MATERIAIS
- câmera digital ou celular
- estúdio (sala de aula) – objetos diversos ou em um programa da internet (edição de fotos)

2- OFICINA
- solicitar que os alunos formem grupos, e escolham na escola um modelo (menina ou menino negro) para o ensaio.
- escolham um figurino ou vários (depende do modelo e da escola).





Série “Encontros” do Itaú Cultural – Caixa Cultura: fotografia, no qual há depoimentos dos fotógrafos: Maureen Bisilliat, Juca Martins, Cristiano Mascaro e Gal Oppido.
- Kodak: História da fotografia
- www.fujifilm.com.br/comunidade/historia_da_fotografia
- http://www.picnik.com

sexta-feira, 21 de maio de 2010

PROJETO – JOGO DRAMÁTICO – FANTOCHES – SÉRIES INICIAIS

ÍNICIO

A professora(o) conversará com seus alunos sobre fantoches, se já assistiram teatro, onde?, Como era os bonecos?, Do que era feito?, Se era bichos, figura humana, seres fantásticos.
- Mostrar para os alunos alguns tipos de fantoches.
- Dar alguns dados sobre a origem do teatro de fantoches.
- sobre alguns fantoches e grupos de teatros brasileiros famosos.

MATERIAIS
- Papel color set em várias cores
- tesoura – cola
- palitos de churrasquinho
- saquinho de papel (pipoca)

Oficina 1 – Conversar com os alunos sobre personagens dos contos de fada (fadas, bruxas, gnomos, duendes, pai, mãe, irmão, bichos, monstros ..., e pedir que cada aluno represente um por meio do fantoche de palitos.ex;



- pedir para os alunos que troquem o nome do personagem, como se nunca tivesse existido, por exemplo, sereia iara (golfinha) , diga para que inventem o local onde eles vivem, e o que gostam de fazer.
Estimule os alunos a inventarem lugares fictícios como no centro da terra, em outro planeta, num país de maravilhas, dentro de buraco...
Cada aluno apresenta seu personagem.
OFICINA 2 - Peça aos alunos que formem duplas e combinem um encontro entre os personagens; o local onde vai ser o encontro, o que estavam fazendo nesse momento, o que vão conversar. Por exemplo; a golfinha e o tuiuiú (bicudo) se encontraram numa ilha quando ela estava tentando pescar e ele sobrevoava a ilha para pousar e descansar. Quando de repente ela pediu ajuda. O bicudo ajudou-a e os dois assaram peixe e comeram.
- Cada dupla apresenta o encontro entre seus personagens.
OFICINA 3 – Contar para os alunos algumas histórias de contos de fadas. Numa outra etapa confeccionar fantoche de mão com personagens de contos de fadas. Dividir os grupos de alunos e suas histórias; por exemplo; chapeuzinho vermelho um grupo, os três porquinhos outro, e assim por diante...



- Pedir para cada grupo recontar sua história.


Augusto Bonequeiro
Cia. Truks
Grupo Giramundo
Cia. Articularte
http://pt.shvoong.com/social-sciences
http://www.construirnoticias.com.br